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-Graduação em Medicina Humana pela UNESP- Faculdade de Medicina de Botucatu
-Residência médica em Otorrinolaringologia pela UNESP- Faculdade de Medicina de Botucatu
-Título de especialista em Otorrinolaringologia pela ABORL-CCF/ AMB /MEC
-Especialização (Fellow) em Otologia pela UNIFESP- Escola Paulista de Medicina
-Mestre em Otorrinolaringologia pela UNIFESP - Escola Paulista de Medicina

Endereço e contatos:

"Seja a mudança que quer ver no mundo"

(Dalai Lama)


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- R. Cubatão, 86, conj. 1407, Paraíso, São Paulo

Fone: 11 23897016/ 11 43016874


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Zumbido nos ouvidos


Estudos realizados em diferentes países apontam que entre 15% e 25% das pessoas têm zumbido no ouvido, ou tinnitus, o nome técnico. Para a grande maioria delas – cerca de 80% – isso não representa um incômodo. Os demais sofrem com ele em maior ou menor grau.
O zumbido pode acarretar depressão, insônia, afetar a qualidade de vida e a capacidade de executar atividades rotineiras como trabalhar ou estudar. Ouvir esse barulho que ninguém mais escuta pode tornar-se uma verdadeira tortura. Trata-se de um “sintoma fantasma” – algo semelhante ao que ocorre com pessoas que tiveram um membro amputado e continuam sentindo dor na parte do corpo que não existe mais. Talvez por isso, o tinnitus nem sempre tenha a devida atenção dos médicos, e o paciente acaba por receber a frustrante orientação de aprender a conviver com o problema. Contudo, existem, sim, tratamentos que minimizam o zumbido e, em alguns casos, o eliminam.
De acordo com o Dr. Pedro Luiz Mangabeira Albernaz, otorrinolaringologista do Einstein, o tinnitus geralmente é causado por uma atividade neural anormal que afeta os mecanismos de atenção e alarme do cérebro relacionados ao sistema auditivo, fazendo com que a pessoa perceba um som que não está sendo gerado no ambiente. “O sistema de atenção pode ser exemplificado por uma jovem mãe, que não acorda com uma trovoada, mas desperta ao menor choro de seu bebê. Já o mecanismo de alarme é acionado, por exemplo, com o som de uma buzinada ao atravessar a rua, que obriga o sistema nervoso a tomar uma atitude de defesa diante do risco. Por um mecanismo de reflexo, o tinnitus entra nos sistemas de atenção e de alarme. Por isso, pode se tornar desesperador para a pessoa”, afirma o médico.
Mais de 90% dos pacientes com zumbido apresentam também perda auditiva. Outra característica comum é o agravamento à noite, período de maior silêncio. Durante o dia o zumbido é mascarado pelos sons diurnos.

Uma infinidade de causas

Vários fatores, inclusive algumas doenças, podem provocar ou agravar o tinnitus. E mais de uma causa pode estar presente no mesmo indivíduo. Não costuma ser nenhuma doença grave, mas é necessário fazer exames para afastar possibilidades como a presença de tumores. Muitos casos têm cura ou podem se estabilizar, principalmente quando o diagnóstico é feito precocemente. Por isso, é importante que o paciente procure o médico assim que perceber o problema.
Entre as outras possíveis causas do tinnitus, estão problemas no ouvido (inflamação, cerume, etc), taxa de glicemia alta, problemas cardiovasculares, estresse e outras alterações emocionais. Em algumas pessoas, cigarro, bebida alcoólica e cafeína em excesso podem estar relacionados ao zumbido.
Além disso,  o uso de alguns medicamentos também pode estar relacionado ao zumbido. Diuréticos da alça, que atuam nos rins, e anti-inflamatórios em doses altas podem causar zumbido reversível. Já os antibióticos aminoglicosídeos podem levar a um quadro irreversível mesmo após o fim do seu uso. Acontecem ainda casos em que o zumbido aparece depois que a pessoa parou de tomar algum medicamento. Além disso, a exposição a ruídos, tanto de lazer quanto ocupacionais, podem ter impacto a longo prazo.
Quando a causa ou causas são identificadas, são elas que devem ser objeto do tratamento. Mas em metade dos pacientes não há causas identificáveis. Também não há exames que permitam medir objetivamente o zumbido. A avaliação é subjetiva. Durante a consulta, o médico faz testes com o paciente, que aponta o grau de ruído que sente. Às vezes, a sensação que o indivíduo tem do ruído pode ser elevada, mas quando ele compara com outros sons, percebe que não é tão alta.
O tratamento varia caso a caso. Podem ser prescritos medicamentos que aliviam o desconforto e problemas derivados do zumbido: tranquilizantes, anticonvulsivantes e antidepressivos. Fitoterápicos à base de ginkgo biloba têm sido usados com resultados positivos em alguns pacientes, mas não há estudos que comprovem cientificamente seu benefício. Em algumas pessoas com perda auditiva, o zumbido desaparece com o uso do aparelho auditivo.
Há ainda equipamentos criados especificamente para o tratamento do zumbido, como os geradores de som (também conhecidos como mascaradores de som), que surgiram há cerca de 15 anos. Colocados no ouvido, eles produzem externamente um som semelhante ao zumbido interno, proporcionando algumas horas de alívio. Estudos mostram que a pessoa tolera melhor o som externo do que aquele que vem de dentro. Efeito semelhante pode ser obtido sintonizando-se o rádio entre duas estações: aquele chiado característico também funciona como um mascarador do ruído interno.
Mais de 90% dos pacientes com problema de zumbido no ouvido apresentam também perda auditiva
Já o retreinamento do zumbido (tinnitus retraining therapy – TRT), criado pelo neurocientista Pawel Jastreboff, usa um som diferente, com o objetivo de retreinar o cérebro: quando o paciente deixa de ouvir o barulho do aparelho, deixa de ouvir o zumbido também. É o que a neurologia chama de habituação, ou seja, fazer com que o sistema nervoso aprenda a ignorar estímulos sem significado. Busca-se o mesmo fenômeno que ocorre com as anêmonas-do-mar: elas se fecham, reagindo a uma gota de água, mas deixam de fazê-lo se as gotas de água tornam-se constantes. O ruído do aparelho usado no TRT é igual para todo mundo, mas a intensidade é ajustada de acordo com cada caso. Segundo o Dr. Pedro Luiz, precisa ser usado de seis a oito horas por dia durante um período de oito a 10 meses.
Um aperfeiçoamento desse sistema surgiu mais recentemente. Ele mistura diferentes sons, também visando à habituação. A promessa é de que os resultados apareçam um pouco mais cedo, entre quatro e cinco meses de uso. Ainda não há estudos com uma base relevante de pacientes que apontem o percentual de pacientes que se beneficiam com o uso desses aparelhos.
Em resumo, há vários caminhos para tratar o zumbido, e a medicina segue estudando novas alternativas. Assim, quem sofre com isso não deve dar ouvidos ao conselho de “aprender a conviver com o problema”. Deve, sim, buscar as soluções que a medicina oferece.

Fonte: Adaptado de texto retirado do site www.einstein.br.
O que é apnéia obstrutiva do sono (SAOS)?

A apnéia do sono é a ocorrência de pausas respiratórias prolongadas durante o sono secundárias a alterações obstrutivas das vias respiratórias.

Quais as repercussões da SAOS na criança?

As repercussões mais comumente encontradas em crianças são o mau rendimento escolar e alterações no desenvolvimento craniofacial, como alterações na arcada dentária.

Quais as repercussões da SAOS no adulto?

No adulto, além do mau rendimento no trabalho, pode ocasionar hipertensão arterial sistêmica (“pressão alta”) e assim levar ao infarto do miocárdio e ao “derrame”. Depressão e ansiedade também podem estar associados.

Além disso, dependendo da intensidade do ronco, pode existir um alto grau de incômodo do cônjuge, levando à diminuição importante da qualidade de vida de ambos os parceiros.

Quais são as causas mais comuns da apnéia obstrutiva do sono?

Em crianças, o principal fator obstrutivo é o aumento das amígdalas e adenóide. Já em adultos essa causa é mais rara, sendo o excesso de tecido adiposo na região cervical e alterações nasais as causas mais comuns da obstrução.

Quais são os sinais e sintomas que mais sugerem apnéia obstrutiva do sono?

Roncos, pausas respiratórias e sonolência durante o dia são os mais importantes indicadores de que o paciente possa ter SAOS. No entanto, para se afirmar o diagnóstico é necessário realizar a polissonografia.

O que é polissonografia?

A polissonografia é um exame de avaliação do sono. Na realização deste teste, o paciente dorme no laboratório com aparelhos conectados, os quais informam a um computador diversos parâmetros, como frequência cardíaca, ritmo respiratório, pressão arterial e ondas cerebrais.
Dica para relaxar e evitar a insônia:


Tudo o que a respiração pode fazer por você


Assim que você começar a ler este texto, sem fazer nenhuma mudança, repare como está respirando. Há uma grande possibilidade de que sua respiração esteja superficial, ou seja, de que o ar esteja entrando e saindo de seu corpo pelo nariz, de forma suave, movimentando a parte superior do tórax. Essa é a forma pela qual a maioria das pessoas respira durante a maior parte do tempo. Mas, embora seja suficiente para nos manter vivos, é possível respirarmos de maneira diferente, o que pode nos ajudar muito especialmente nas situações difíceis.

Você já reparou que, quando estamos tranquilos, leves e livres de qualquer tensão, respiramos com profundidade e calma? Da mesma forma, já percebeu que, quando estamos agitados, tensos e ansiosos com algo que aconteceu ou que está prestes a acontecer, nossa respiração se torna irregular, acelerada e cansativa?

Quando respiramos com mais consciência, podemos melhorar nossa qualidade de vida e adquirir um bem-estar visível. Afinal, o oxigênio é fundamental para todas as células do nosso organismo e a respiração ainda libera substâncias que não nos servem mais, equilibrando nosso metabolismo. Dessa forma, quando ela é curta, ou seja, quando não expandimos adequadamente os pulmões, prejudicamos esse processo e, consequentemente, o corpo e a mente saem perdendo.

Trabalhar a respiração, contudo, não requer esforços nem técnicas desafiadoras. Muito pelo contrário. Isso é tão simples que pode ser feito em qualquer lugar em que estivermos, sem despertar a atenção de outras pessoas. Quer tentar?

Para começar, reserve um tempo para você. Sente-se ou deite-se de forma confortável, preferencialmente com uma roupa leve. Deixe os braços relaxados ao lado do corpo. Feche os olhos e inspire o ar lentamente pelo nariz. Em seguida, expire pela boca, bem devagar – o ideal é gastar, na expiração, o dobro do tempo usado para inspirar. Repita essa respiração durante dois minutos ou até que se sinta tranquilo.

Quando estiver preparado, faça uma nova inspiração vagarosa e, ao mesmo tempo, eleve os braços acima da cabeça. Imagine os pulmões se expandindo, cheios de ar puro. Expire lentamente, abaixando os braços na lateral do corpo, e relaxe. Repita igualmente essa sequência quantas vezes preferir.

Esse tipo de respiração, além de ser muito simples e fácil, acalma e conforta a mente. No trabalho, se você se sentir muito agitado, ou em qualquer situação de desconforto, correndo de um lado para outro, pressionado, sem saber muito bem como continuar seus afazeres e compromissos, faça uma parada e veja como está sua respiração. Desacelerá-la e tentar expandir mais os pulmões, proporcionará um alívio instantâneo.

O fato é que respirar é viver. Podemos sobreviver sem comida durante semanas e mesmo sem água por alguns dias, mas não sem respirar. Bastariam alguns minutos... E a respiração não apenas nos mantém vivos, mas também proporciona bem-estar e alívio das tensões do corpo e da mente. Que tal dar mais atenção a ela e desfrutar desses benefícios?


Fonte: site Laboratório Fleury
Em dia com a audição:

Zelar pela saúde auditiva é uma atitude que deve ser tomada ao longo da vida. Mas muitas pessoas se esquecem de um dos cinco sentidos que nos colocam em contato com o mundo. “A maioria relaciona problemas de audição com causas genéticas; porém doenças comuns também podem levar crianças, adultos e idosos à surdez”, afirma Pedro Mangabeira, otorrinolaringologista do Hospital Israelita Albert Einstein.

Em dia com a audiçãoE ficar alerta aos sinais dessa doença é fundamental, pois o número de casos não é baixo. Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) existem, no Brasil. cerca de 2,2 milhões de pessoas com problemas de audição.

Mas será possível prevenir a surdez? A resposta é sim. Tanto evitando os fatores de risco como prestando atenção aos primeiros sinais da doença:

Crianças que não reagem quando chamadas ou que não se assustam com um ruído intenso (buzina ou batida de porta, por exemplo);
Troca de fonemas (sons da fala) que possuem o mesmo movimento labial, mas têm sons diferentes, por exemplo: P e B; T e D;
Assistir à televisão em volume muito alto.

Para tirar a dúvida se você escuta bem ou não, basta fazer um teste de audição, que deve ser prescrito por um médico. Alguns testes auditivos podem e devem ser realizados nos recém-nascidos e solicitados pelos médicos ao longo da vida.
Primeiro teste

Pesquisas científicas comprovam que os bebês reconhecem a voz da mãe ainda no útero, pois desde o quinto mês de gestação o ouvido interno, uma das três partes que compõe o aparelho auditivo (além do ouvido médio e externo), já está formado. Por isso é recomendada a verificação da saúde auditiva no recém-nascido. É a chamada triagem auditiva neonatal. Obrigatória nos Estados Unidos, ela é opcional no Brasil. “Há um projeto de lei de 2003 que dispõe sobre a obrigatoriedade do exame Emissões Otoacústicas Evocadas, EOA, popularmente chamado de teste da orelhinha, para todos os recém-nascidos do país; mas isso ainda não se tornou realidade. Os médicos, porém, têm orientado cada vez mais suas pacientes a submeterem seus bebês a essa triagem”, conta Renata Soneghet, coordenadora do serviço de Fonoaudiologia do Hospital Israelita Albert Einstein.

O exame é realizado nas primeiras 72 horas de vida do bebê e tem por objetivo avaliar o mais precocemente possível a audição da criança e detectar a ocorrência ou não de deficiência auditiva.

Simples, o exame dura cerca de 15 minutos. É indolor e realizado no berçário da maternidade, quando o bebê está dormindo. Uma pequena sonda macia é introduzida no conduto auditivo externo da criança, com um microfone acoplado, que capta o som gerado naturalmente dentro da cóclea (órgão interno do ouvido), seja de forma espontânea ou após um estímulo acústico. “É como se captássemos um eco gerado pelo ouvido”, explica Renata. O equipamento gera um gráfico com a curva de respostas obtidas.

No caso de o exame apontar qualquer irregularidade, outras avaliações deverão ser realizadas para rastrear o problema e identificá-lo com precisão. “O diagnóstico precoce da deficiência auditiva ainda é a melhor maneira de oferecer à criança o tratamento adequado e a oportunidade de ter um desenvolvimento normal de linguagem e fala”, afirma Renata.

“Se o diagnóstico for feito após o segundo ano de vida, a criança terá perdido a fase mais importante da aquisição de linguagem e provavelmente terá dificuldades de se comunicar e interagir com as pessoas”, completa a fonoaudióloga. Em média, a idade de diagnóstico da surdez no Brasil é por volta dos quatro anos, quando o desenvolvimento da fala e da linguagem já estão bastante comprometidos.
Perigos para os ouvidos

Se o bebê foi aprovado no primeiro teste de audição, ótimo. Mas nada de deixar esse órgão esquecido ao longo da vida. A deficiência auditiva pode ocorrer em todas as idades por conta de doenças ou de excesso de barulho. Fique atento aos fatores de risco:

Doenças como rubéola materna, meningite e otite são as principais causas de deficiências auditivas. A otite, inflamação do ouvido médio, é tão comum que responde pelo segundo maior consumo de antibiótico no mundo.
Remédios à base de ototóxicos, utilizados no tratamento de doenças como gastroenterite aguda, são um veneno para os ouvidos. Os otótoxicos também estão presentes na quimioterapia e matam as células internas do ouvido, causando perdas auditivas.
Sons intensos por um período longo podem levar a problemas auditivos. É importante descansar os ouvidos depois de uma noite em uma boate, por exemplo. Nas fábricas o protetor auricular deve ser utilizado sempre e, mesmo assim, a exposição aos ruídos deve ser controlada.
Hastes flexíveis devem der utilizadas apenas para limpeza da parte externa da orelha, e nunca introduzidas no conduto auditivo. A cera é uma proteção natural do ouvido e não deve ser retirada.
Pessoas que trabalham com telemarketing e utilizam um único fone de ouvido devem trocá-lo de lado diversas vezes ao longo do dia. Aparellhos do tipo walkman devem ser utilizados em baixo volume e em um curto espaço de tempo.
Exames auditivos devem fazer parte do check-up, especialmente após os 60 anos.
Pessoas que sentem muita dor durante viagens de avião devem procurar um especialista. Existem formas de aliviar os incômodos e evitar problemas de perda auditiva.
Praticar mergulho quando está gripado ou resfriado não é recomendado pelos especialistas. Nessas ocasiões, os ouvidos estão mais sensíveis e a tentativa de equilibrar as pressões interna e externa podem causar danos graves à audição.

Expor os ouvidos a volumes altos por um longo tempo também é um fator que pode levar a perdas auditivas. Os problemas ocasionados por essa deficiência são inúmeros. “Nas crianças observamos dificuldades com a linguagem, desenvolvimento e interação com as pessoas”, lembra o médico.
Falhas auditivas na terceira idade

Com o passar do tempo, o processo de envelhecimento dos órgãos é natural. No caso do ouvido isso não é diferente. A deficiência auditiva começa, geralmente, por volta dos 65 anos. Essa perda auditiva é normal e chamada de presbiacusia. Nesse caso, o idoso não consegue ouvir com clareza em lugares de muito ruído ou quando diversas pessoas falam ao mesmo tempo.

Esse quadro pode ser mais grave quando o paciente possui outras doenças. “Em pessoas com diabetes e problemas cardíacos, a perda auditiva é mais severa e freqüente do que em pacientes saudáveis”, afirma dr. Mangabeira.

Nos idosos, o isolamento é um dos resultados negativos ocasionados pela falta de audição. Por isso, eles devem visitar regularmente seus médicos e realizar exames de rotina para que o melhor tratamento seja indicado. De acordo com dr. Mangabeira, quando o caso é perda auditiva decorrente do envelhecimento natural do ouvido, o mais recomendado é o aparelho de amplificação sonora (AAS). “Funciona como o óculos que amplifica a imagem”, compara. Entretanto, ainda existe muito preconceito com relação ao uso do aparelho e falta de informações sobre os avanços tecnológicos nessa área.
Outros tratamentos

A perda auditiva do ouvido interno é irreversível. Entretanto, o avanço da medicina nessa área tem oferecido tratamentos com resultados positivos aos pacientes. Um dos segredos é diagnosticar o problema logo no início. Além dos aparelhos, existem outras opções que variam de acordo com o lugar onde ocorre a lesão e com o tipo de perda auditiva.

Caso a perda auditiva no ouvido interno seja muito intensa, uma das opções é realizar o implante coclear. “Por meio de uma cirurgia, introduz-se um aparelho de 22 canais, que estimula diversas regiões da cóclea. Externamente, o paciente recebe um processador que capta os sinais sonoros e os transforma em sinais elétricos, transmitindo-os às fibras do nervo auditivo e, conseqüentemente, ao cérebro”, diz Renata.

Esse tipo de procedimento pode ser realizado em adultos com perda auditiva intensa e é muito comum em bebês, já que são freqüentes as lesões congênitas do ouvido interno, ou as provenientes de doenças como rubéola e meningite. Problemas no ouvido médio, como perfurações da membrana timpânica, fixação ou destruição de elementos da cadeia de ossículos, podem ser solucionados com cirurgia reconstrutiva (estapedectomia ou timpanoplastia.



Fonte: site do Hospital Albert Eisten

Por que temos que comer de três em três horas?

Pensar em alimentação saudável e perda de peso hoje em dia tem inúmeras receitas. Seja a dieta da lua, dos pontos ou das proteínas, todas têm um item em comum: comer de três em três horas. A frase é repetida inúmeras vezes pelas nutricionistas, revistas de saúde e por adeptos da alimentação saudável. Mas, afinal, por que precisamos nos alimentar de três em três horas?
Ao fazer uma refeição, nosso corpo começa imediatamente o processo de quebra do alimento e absorção dos nutrientes, é o que chamamos de digestão. Nas primeiras duas horas, há um aumento do nível de glicose presente em nosso sangue, a principal fonte de energia para o funcionamento do nosso organismo. Depois desse período, esse índice começa a cair. Se não nos alimentamos, nosso corpo começa a manifestar os sinais de hipoglicemia (queda da concentração de glicose no sangue): diminuição da concentração, fraqueza, sonolência e até tontura e tremores. Portanto, além de ser importante para manter o nível de glicose equilibrado, a alimentação em frações nos ajuda a evitar aquela sonolência no período do trabalho e facilita a concentração e atenção para realizar as atividades.
Comer de forma fragmentada também é uma forma de equilibrar as refeições e evitar aqueles pratos exagerados, com muito mais comida do que realmente precisamos para saciar nossa fome. “Fracionando a alimentação temos uma melhor divisão das refeições, evitando o excesso de fome e a compensação nas refeições seguintes. Além disso, evitamos a sonolência que vem ao comermos mais do que o necessário, porque o corpo precisa de mais energia para fazer a digestão”, explica a nutricionista Carla Muroya.
Quando ficamos muito tempo em jejum e em seguida ingerimos uma grande quantidade de alimentos, o estômago precisa produzir rapidamente um alto volume de ácido clorídrico, um dos principais agentes do processo de digestão. O aumento muito rápido desse ácido causa danos na mucosa do estômago, provocando a sensação de queimação e azia.
Além disso, comer de três em três horas contribui para a perda e manutenção do peso corporal de forma saudável. Quando ficamos longos períodos sem nos alimentar e, consequentemente, sem fornecer glicose para o organismo trabalhar, o corpo busca outra fonte de energia. A perda de peso ocorre, mas não por perda de gordura, e sim de massa muscular.

Mas, o que comer?

Para balancear a alimentação e manter o nível de glicose sempre equilibrado, o ideal é fazer de cinco a seis refeições, sendo três principais (café da manhã, almoço e jantar), e lanches leves entre esses períodos. “É importante lembrar que o intervalo entre o café da manhã e o almoço não é outro café da manhã”, alerta Carla. Na hora do intervalo, dê preferência para frutas, sucos – de preferência natural -, água de coco, barra de cereais, bolachas de água e sal e torradas. Os alimentos integrais devem ser priorizados, pois estimulam a saciedade e evitam que a fome apareça rapidamente. “É importante se atentar também ao tamanho da porção e lembrar que mesmo sendo mais saudáveis esses alimentos também têm calorias”, ressalta a nutricionista.
Outras dicas que facilitam a digestão e absorção dos nutrientes e nos faz comer de forma mais equilibrada é mastigar bem, comer devagar, descansar os talheres durante a refeição, não comer enquanto faz outras atividades e ingerir, no mínimo, 2 litros de líquido por dia.
Fonte: Site do Hospital Albert Einsten

Por que a obstrução nasal é importante?
A obstrução nasal é um sintoma muito comum na vida das pessoas. Sendo a respiração uma das nossas atividades fisiológicas mais importantes, qualquer dificuldade à passagem do ar pelas narinas gera enorme desconforto. Este sintoma pode ser agudo ou crônico, contínuo ou intermitente.
O que pode causar obstrução nasal?
Esse distúrbio afeta tanto crianças como adultos, tendo características e causas diferentes em cada faixa etária. São diversos os mecanismos que levam à obstrução e as causas incluem resfriadosrinitessinusitesdesvios do septo nasal, hipertrofia de conchas nasais e adenóide, pólipos, entre outras.
Posso usar descongestionantes nasais?
Em adultos, é frequente o uso abusivo de descongestionantes nasais que pode, além de gerar dependência, causar efeitos danosos ao organismo. Por isso, diante de quadros de obstrução nasal, é recomendado que os pacientes sejam avaliados para investigação diagnóstica e instituição do tratamento específico.

"Seja a mudança que você quer ver no mundo"                                                                                   (Dalai Lama)


MISSÃO
Oferecer atendimento humanizado, com respeito e ética, valorizando as queixas e anseios dos pacientes, de forma a proporcionar alívio no sofrimento causado pelas doenças otorrinolaringológicas, a fim de melhorar a qualidade de vida dos atendidos.
VISÃO
Ser uma clínica de referência em otorrinolaringologia que ofereça atendimento especializado e de excelência, com profissionais altamente gabaritados que buscam aprimoramento contínuo.
VALORES
Ética, respeito, consideração e compaixão para com as pessoas, sempre aliados ao elevado conhecimento técnico.
Fonte: Site Otovita

Curriculo

-Link para o currículo lattes:

http://lattes.cnpq.br/2885866749358140

Estamos preparados para ajuda-los em doenças como:

- Rinites e sinusites

- Obstruçao nasal e desvio de septo


- Ronco e apnéia do sono

-Amigdalites

- Doença do refluxo gastro-esofágico

- Rouquidão

- Labirintite e tonturas

- Zumbido

- Surdez

- Otites

- Orelha de abano


Orientações para o tratamento de Doença do Refluxo Gastro Esofágico:

1. Evitar refeições copiosas, isto é, fracionar a alimentação, comendo pouco várias vezes ao dia.

2. Evitar deitar logo após a refeição, esperar cerca de 1 hora.

3. Evitar o consumo de alimentos muito condimentados e gordurosos.

4. Diminuir consumo de café, chá preto, refrigerante, doces e chocolate.

5. Evitar usar roupas apertadas.

6. Perder peso.

7. Realizar exercício físico regular (caminhadas hidroginástica ou natação 1hora pelo menos três vezes por semana).

8. Caso os sintomas piorem, procurar serviço mé